28/11/2018 às 16:46

Comércio funcionará normalmente no Dia do Evangélico

Divulgação Bancos, empresas privadas, prefeitura e secretarias de Arapiraca abrirão na próxima sexta

O Sindicato do Comércio Varejista de Arapiraca (SINDILOJAS ARAPIRACA) informa que no Dia do Evangélico, 30 de novembro, o comércio funcionará normalmente, não ficando as empresas passíveis de punição em decorrência da abertura, pois legalmente é uma data comum no calendário civil. No dia comemorativo, apenas o funcionalismo público estadual está dispensado do expediente.

O presidente do sindicato, Wilton Malta, reconhece o merecimento dos evangélicos em ter um dia alusivo, mas explica que além da ausência de previsão legal que obrigue o fechamento do comércio, os impactos caso houvesse esse fechamento seriam negativos. “Cada dia que o comércio não funciona, as empresas deixam de faturar, mas permanecem as obrigações fiscais, financeiras e trabalhistas. Por isso, o comércio já faz seu planejamento anual em cima das datas legalmente consideradas feriados no calendário civil”, fala.

Além do comércio e das empresas privadas, no dia 30 também funcionarão em horário normal os bancos, a prefeitura e as respectivas secretarias municipais. De acordo com Malta, mesmo com a perspectiva de abertura normal, o desconhecimento por parte das pessoas de que a data não é feriado para a inciativa privada e para o município de Arapiraca, acaba por trazer prejuízos. “Desde a instituição da data pelo governo do estado, muitas pessoas acreditam que tudo estará fechado e, consequentemente, não virão ao comércio, diminuindo o faturamento no dia”, avalia.

O presidente ressalta que os impactos também se estendem à economia informal, já que o município conta com aproximadamente dois mil moto-táxis, a um faturamento mínimo de R$ 40 ao dia; 300 vans, com faturamento mínimo de R$ 200 por viagem, sendo uma média de quatro viagens por dia; 100 táxis cadastrados que faturam, em média, R$ 150 ao dia; sem falar nos carrinhos de lanches, vendedores de água e outros produtos. “Com um potencial fluxo menor de pessoas, menor o faturamento. É um efeito em cadeia”, pondera.